Reunião de condomínio: perda de tempo ou decisão que impacta no seu bolso?

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Está chegando a época do ano em que muitos condomínios realizam suas assembleias ordinárias, momento em que se analisam as contas, definem-se os orçamentos e se elegem os responsáveis pela administração no novo ciclo. Apesar da relevância dessas decisões, trata-se de uma fase frequentemente marcada por baixa participação dos condôminos.

Na prática, a maioria se mantém distante, seja por falta de tempo, desinteresse ou pela complexidade dos temas, optando por não comparecer ou apenas delegar seu voto por procuração. Esse comportamento contribui para a concentração de decisões nas mãos de poucos e para a formação de um ciclo vicioso, em que a ausência de engajamento coletivo reforça a falta de fiscalização e perpetua a baixa participação nas assembleias. Sendo o uso indiscriminado de procurações um instrumento relevante para a manutenção do ambiente viciado, é possível impedir ou limitar o seu uso?

Lúcia Aragão e Ewerton Oliveira, sócia e associado da área Imobiliária, prepararam um material sobre o tema. Confira no link abaixo:

VR_Reunião de Condomínio